Caminhando a beira mar..
O cheiro suave das águas lhe encantava..
Atraindo cada vez mais..
Foi- se aos poucos,
Em oposição, aos que negavam a doçura do sol..
Ele estava cego..preso em seu próprio anzol..
Derrepente tudo que sonhava, se tornou escuridão
O dia já não existia, o sorriso se findou..
As águas lhe encobriram..
E aos poucos se afogou..
Gritando aos berros, precisava se salvar...
Do mundo ,do tudo..
Que em sua vida lhe cercava..
Ao instante, o que era bom, ao nada se tornou..
Vozes de silêncio..escondiam a sua dor..
No desespero ele se via, ao fim daquele precipício..
Ninguém o encontrava ainda que todos o vissem..
Sentindo as últimas batidas..desesperadas do coração..
Princípios de morte insistiam :
- Não a mais solução..
- Morra em seu mar de ilusões..
Mas este ,um tanto inconformado..
Decidiu voltar..
Libertar-se do próprio eu..
Contra seus erros lutar..
E aos poucos foi se embora..
Deixando as tais correntezas..
Atrativos de mortes ocultas..
No interior de tristezas..
que no mundo se forma.
Esperando apenas um passo seu..
Para tornar lhe uma preza.
Por:Verônica

min fez pensar...
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