12 de dez. de 2010

OPOSIÇÃO

Tais no formato do dizer 
Tão passivo do olhar 
Nos lábios cheios de imaginações 
No peito a pulsar,
Expõem um sentir tão puro tão feliz
Tais na maneira de falar 
No brilho a enrradiar 
Em suas faces ainda novas, não há muito o que explicar 
Sem pedir  muito, só querem ao lado de suas damas esta´ 
Que as constituem assim
Como  um sentir tão puro tão feliz.
Ao oposto desta tal visão, observo o amado amigo
Que se fere em emoção,
Não sabe mais o sentir de paixão 
Antes se opõe há tais sentimentos 
Expondo sua dor em arrependimentos .
- Oh amigo não fiques assim,
 Não sofras por quem pra você não está nem ai,
- Oh amigo as vezes aparentas ser tao feliz 
Te escondes em sorrisos
Mas no profundo  estás a te destruir por palhaços crueis, 
-  Esqueças oh amigo o sofrer 
Viva uma vida viva,sem mortes ou perecer 
Pois assim como os tais, quero teu sorriso ver
Observando-te também sei que irei me alegrar 
Como os tais que vejo 
Um dia a tih também vou expressar 
Um sentir tão puro tão feliz.








Por:Verônica

AO QUE LER

     
     


 O  livro chega ao fim,
 Restando apenas o sorrir 
Tantas ilustrações ao aparente tão reais 
Enfumaçam-se em lembranças 
Momentos agora chamam-se passado
 Foi se crescendo a criança 
Retratada de emoções 
Aprendendo a amar em diversas situações 
Demonstrando coragem envolto de medo 
Visando a passagem do conhecimento 
Tantos seres foram gerados em quatros tempos 
Vitórias, fracassos tempestades em copo d´agua
 Recheada de divertimentos
 Cada criança se formou entorno de dor
 Mas na alegria de um novo nascimento
 Para um outro amanhã ainda incerto
 Mas repleto de dias que se chamam experiências
 Em quatro dimensões formadas de alegrias, tristezas
 O livro chega ao fim
 Sabendo que tudo é apenas um começo.   




Por:Verônica

1 de dez. de 2010

SEGREDOS DA ALMA

A porta entreaberta,num muro de cordas sem fim
Ocultam dissenções de intenções ao por vim
Paredes empoçadas, falam na minima distancia entre som e silêncio
Porque não se quer ouvir aquilo que a alma tem a dizer
As casas em ruínas, se escondem debaixo de tapetes
Aparentes na moda do modo que moldam
A moldura de janelas nos olhares transparecem, o encoberto das dores
De palavras flechadas, dimensionadas em uma uma única direção,
A causa de feridas mortais, introduzidas no obscuro do coração
Porque não se quer ouvir aquilo que alma tem a dizer
Ruínas de uma guerra as escuras bombardeadas de silabas
Constituem muros de separação,
Entre tantas almas que num passado não distante
Se amavam ,se entrelaçavam em uma só canção
Porque não se quer ouvir aquilo que a alma tem a dizer
O silencio a espera de um alguém
Que talvez jamais seja visto
Escondido, dentro de cada moradia
Aquele tão esperado alivio,
Que retira toda agonia
Podendo se tornar real
Em um único pedido
A pergunta que tantos procuram
A resposta que poucos acharão
E por isso a entre nós tantos mortos
Vivendo na aparência de solução...

Porque não se quer ouvir aquilo que a alma tem a dizer .


POR:Verônica